Prof. Fernando Altemeyer, recomenda leitura para comuncaidores sociais imigrantes

Pedagogia da Autonomia (Paulo Freire), foi a dica de leitura para comunicadores imigrantes, sugerida pelo Prof. Fernando Altemeyer Junior.

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Prof.  Fernando Altemeyer, recomenda leitura para comuncaidores sociais imigrantes

A desconstrução do imaginário enlatado americano cheio de "clichês" que desvaloriza a originalidade do ser humano, deve ser uma base na comunicação dos meios comunitários de imigrantes. Esta desconstrução pode ser orientada mediante a leitura do livro Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire.
 
A questão foi abordada quando o Prof. Fernando alertou que devemos fortalecer as articulações de redes dos imigrantes, fomentando o combate na perda de identidade dos jovens integrantes, além de perpetuar e registrar as histórias de vidas de imigrantes de todas as idades.

A dica foi dada pelo Prof. Fernando Altemeyer na transmissão da (Assembleia do CAMI) na tarde de sábado (7) de agosto de 2021.

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Paulo Freire: 17 livros para baixar em PDF

O patrono da educação brasileira, o educador Paulo Freire, completaria hoje, 19 de setembro, 99 anos. O educador tornou-se referência na educação mundial e brasileira por sua teoria do conhecimento, sua coerência e ética, além da forma com a qual educava, sempre priorizando o diálogo e o respeito na busca de um mundo, como ele mesmo dizia “menos feio, mais justo, menos malvado e onde fosse menos difícil amar.”

Freire nasceu em Recife, no dia 19 de setembro de 1921. Ao longo de sua trajetória tornou-se um dos mais importantes pensadores do século XX. Devido a sua prática político-pedagógica libertadora, considerada subversiva no período da ditadura, viveu exilado por 16 anos (1964-1980).

Prof.  Fernando Altemeyer, recomenda leitura para comuncaidores sociais imigrantes

Sempre defendeu que o objetivo da escola é ensinar o aluno a “ler o mundo para poder transformá-lo”. Para ele, os educadores(as) devem levar os alunos a conhecer os conteúdos, mas não como verdade absoluta. Dizia que ninguém ensina nada a ninguém, mas as pessoas também não aprendem sozinhas.

“Os homens se educam entre si mediados pelo mundo”, ressaltava. Isso implica em um dos seus princípios fundamentais: o de que o aluno, alfabetizado ou não, chega à escola levando uma cultura que não é melhor nem pior do que a do professor. Ou seja, em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro e para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas, garantindo a todos a possibilidade de se expressar.

O educador pernambucano foi homenageado em muitos países e publicou dezenas de obras, traduzidas em mais de 20 idiomas. Recebeu 39 títulos de Doutor Honoris Causa – 34 em vida e cinco in memoriam – e mais de 150 títulos honoríficos e/ou medalhas. Em 2012, foi declarado patrono da educação brasileira.

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Fonte: cpers.com.br

CAMI - Live América Indígena: Identidades e Resistências

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