Caminho do Peabirú, de los Andes até nós!

O caminho do Peabiru (na língua tupi, "pe" – caminho; "abiru" - gramado amassado) existe desde muito antes da colonização europeia, ao que viria ser chamado de América. Era nesse trajeto que vários povos comercializavam e se locomoviam desde os Andes até nosso litoral no Oceano Atlântico, e vice versa.

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Caminho do Peabirú, de los Andes até nós!

Hoje em dia, as histórias daquela época e do Peabiru são amplamente estudadas e tem muitos registros desse episódio tão importante para a história de nosso continente, e até da formação do Brasil colonial.

E assim chegamos aos dias de hoje, onde a migração ainda toma conta da realidade, por diversos motivos, porém ainda muitas pessoas e povos percorrem esse conhecimento ancestral que nos conecta aos nossos mais próximos antepassados: os povos autóctones.

Sarau das Américas apresenta um pouco do conhecimento cultural vindo dos Andes, como outrora faziam os povos originários pelo caminho do Peabiru.

Caminho do Peabirú, de los Andes até nós!

Convidados:

Jobana Moya imigrante, quechua, boliviana, humanista, ativista pela Não Violência Ativa e mediadora intercultural. Mãe de Wayra e Fernando Osvaldo. Contadora de histórias.

Juan Cusicanqui boliviano, aymara, ator, músico, performer, projetista de infláveis, cenógrafo, imigrante das artes, propagando a cultura dos povos originários: quéchuas, guaranis, aymaras, e povos indígenas do Brasil. Fundador do grupo de música “Dança e Performance Maya”, integra a Cia. Nova de Teatro, Conexão Latina de Teatro, Colabor ECA-USP e Coletivo Kasinha Bay4s Cultural.

Inti Huawa (filho do sol) escultor, músico, ator e yatiri (xamã) da nação quechua, apresenta ao público um apanhado do seu basto conhecimento da cultura andina.

Cholitas da Babilônia coletivo de imigrantes e filhxs de imigrantes, que traz discussões sobre questões identitárias, racismo, memória e afeto que atravessam os corpos racializades, a partir de danças inspiradas na cultura andina, leituras de poesias e perfomances.

Sarau das Américas é um coletivo independente, pensado e feito por mãos migrantes. Sem vínculo com quaisquer instituição. Sem fronteiras, sem legendas, com sotaques

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