A dança que tece memórias: o folclore boliviano e a construção de uma identidade milenar em São Paulo

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Projeto do NuCLiH debate como as tradições, expressões e saberes dos imigrantes boliviani enriquecem o cenário cultural paulistano e fortalecem raízes ancestrais

São Paulo • 11/03/26 às 15:51h

As manifestações culturais da comunidade boliviana em São Paulo vêm muito além da festa, são expressões vivas de uma identidade milenar que atravessa fronteiras e se reinventa no cotidiano da cidade. Foi com esse olhar que o NuCLiH (Núcleo de Culturas, Línguas e Cozinhas de Herança) deu início à série NuCLiH em Diálogo, com uma live inaugural no dia 10 de março, dedicada ao tema das expressões folclóricas bolivianas na capital paulista.

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PLAY-BOL

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A transmissão reuniu especialistas e lideranças culturais para discutir o papel das fraternidades bolivianas, coletivos migrantes organizados em torno da dança e das tradições, na preservação de saberes ancestrais e na construção de um novo jeito de ser paulistano, sem abrir mão das raízes. Mais do que ocupar ruas e palcos, esses grupos tecem memórias, afetos e pertencimento, revelando a força de uma cultura que pulsa viva onde quer que esteja.

Participaram do diálogo:

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  • Elen, professora no IF Paraná e doutoranda pela USP;

  • Judith Sinaniz, coordenadora de projetos da Associação Cultural Folclórica Bolívia-Brasil (ACFBB);

  • Fábio Barbosa de Lima, professor da Faculdade de Educação da USP e membro do NuCLiH;

  • Jorge Rodrigues de Souza Júnior, professor da FFLCH-USP e membro do NuCLiH.

A live está disponível no canal do NuCLiH e já se consolida como um espaço fundamental para visibilizar as contribuições das comunidades migrantes na formação de uma São Paulo plural, diversa e profundamente latino-americana.

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