Conheça as raízes do Carnaval Boliviano

Por: Da Redação - São Paulo, 09 de Dezembro de 2012
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Os carnavais na Bolívia são a demonstração popular mais colorida de nosso povo. Em cada região com manifestações de distintas características, os carnavais representam o melhor de nosso folclore e alegria de nossa gente.

Veja e conheça um pouco da diversidade de um país que não abre mão de manter sua identidade, dentro e fora das suas fronteiras.

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Carnaval de Oruro

 

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O carnaval de Oruro se origina nas ancestrais invocações andinas à Pachamama (Mãe Terra), ao Tio Supay (Diabo) os paradoxos do bem e do mal. Além dos lugares mineiros e à Virgem da Candelária. Sua funda espiritualidade e magnetismo foi o fruto de uma evolução no tempo.

 

A história do Carnaval de Oruro começa com a aparição da imagem da Virgem da Candelária em 1789, e sua revelação posterior numa gruta do cerro "Pié de Galo". Conta a lenda que em um buraco abandonado na mina desse cerro, vivia um ladrão chamado Anselmo Selarmino (o Nina Nina ou Chiru Chiru) que roubava para repartir entre os pobres. Numa de suas correrias noturnas foi mortalmente ferido por um obreiro de quem pretendeu roubar o único tesouro que tinha.

 

Em sua agonia foi levado por uma mulher virgem do povo até sua morada. No dia seguinte foi enorme a surpresa dos mineiros da zona que acharam o cadáver, encontraram uma bela imagem da virgem da Candelária custodiando a cabeceira da pobre cama do ladrão.

 


Diante da descoberta da virgem resolveram rezar para ela durante três dias ao ano desde o sábado do carnaval, usando disfarces a semelhança do diabo ao ritmo de uma cativante música.

 

Desde então realizam a Entrada de Carregamentos e Ceras, com ornamentos regionais, presentes de prata para a padroeira, viandas e bebidas.

 

No período de 1900 a 1940, surgem as primeiras Comparsas ou Fraternidades devotas da virgem como tropas de Diabos, Morenos e Tobas para desfilar até a antiga Capela do Buraco extasiados de Chicha e Álcool.

 

Durante estes anos ainda não participavam meninos nem mulheres. Entre 1940 a 1980, reavivando preconceitos, empregados do comércio, dos bancos, mestres e até um militar se uniram ao Carnaval e marcaram inovações aos futuros rumos da original entrada. Em 1970, o governo boliviano declarou a Oruro Capital do Folclore Boliviano, acrescentando a corrente turística.

 

Começam a surgir outros conjuntos e com a chegada da juventude e da mulher no Carnaval, este começa a se massificar. Na década dos 80 até os dias de hoje, se vive um período de esplendor com a espetacular apresentação da mulher, o despregue de trajes e o esbanje da beleza juvenil.

 

Diablada

 


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Com a conquista espanhola, houve também a imposição da religião católica sobre os costumes considerados pagãos dos indígenas das terras da América do Sul. Como em quase todas as partes, o que aconteceu foi um sincretismo religioso, mesclando ambas.

Na Bolívia, os indígenas utilizados para trabalho escravo nas plantações e principalmente nas ricas minas de ouro e prata, cultuavam o "Huari", ou "El Tio" (deus da força e das montanhas), a divindade benfeitora a quem é oferecido até os dias atuais a "chicha", bebida feita de milho, típica da região andina, em troca de proteção.

Com o passar do tempo, o indígena adotou a religião católica e quando o carnaval foi trazido pelos europeus, houve uma junção com as festividades nativas. A Diablada representa um drama teatralizado de luta entre o bem e o mal.

O Arcanjo Miguel e a Virgem da Candelária com suas sete virtudes, contra Lúcifer, os diabos e os sete pecados capitais. Na atualidade observamos o Arcanjo Miguel à frente do desfile, dirigindo os perdedores do combate: os "diablos" arrependidos que vestem um rico traje, produto da criatividade dos artesãos bolivianos. Um de seus primeiros relatos data de 1789 e é tipicamente boliviana, sendo considerada em 2001 como Patrimônio Intangível da Humanidade pela UNESCO.

 

 Morenada

 

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A Companhia Mercantil Européia trouxe negros africanos em substituição ao indígenas que se rebelavam contra o trabalho imposto. Os escravos africanos chegavam via Panamá, Lima e Buenos Aires. Calcula-se que em dez anos, foram trazidos cerca de 300.000 negros africanos para a América com "lucro" de 15 milhões de libras! Sua cor de pele nunca vista, sua riqueza cultural e sua força foram homenageadas com vários ritmos que nasceram desta nova miscigenação.

Um dos ritmos surgidos deste encontro cultural foi a Morenada, que nasceu através do uso de escravos negros na cidade de Potosí, na Bolívia. Na época colonial representa, com sua roupa ricamente adornada e pesando cerca de 25 quilos, a opulência de seus amos e também o alto preço que valiam. Destaca-se "El Rey Moreno" com sua máscara, coroa e abundante pedraria enfeitando seu traje representando a monarquia dos países de onde vinham os escravos.

As matracas e os passos característicos de sua dança representam os sons das correntes que prendiam os escravos pelas pernas e as pesadas carroças que tinham que levar. Como não eram acostumados ao frio intenso e às grandes altitudes, tinham seus passos pesados e nas máscaras pode-se notar a língua ou o lábio inferior proeminente.

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Caporal

 

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Os negros africanos também tiveram influência direta neste ritmo quando associaram-se ao indígena andino. Após terem sido trazidos, tiveram que enfrentar a violência, a marginalidade e a perda gradual de seus costumes, que parcialmente sobreviveu através de seus ritmos, como a "Saya", que originou os Caporales. Uma das regiões onde os escravos africanos se concentraram foi a região de Yungas, perto da cidade de La Paz, na BOLÍVIA – daí o nome deste ritmo – afroyungueño.

Quem dança o Caporal, os caporales representam o capataz negro responsável por vigiar e castigar os escravos rebeldes. Seu traje muito vistoso, lhe dá um ar de força e poder, com seus "cascaveles", guizos presos às pernas que trazem ritmo à esta dança. Possuem o "sombrero" e o "látigo", chicote para castigo dos rebelados. Trazem ainda consigo, um apito para estabelecer a ordem e um olhar ameaçador.



Tinku

 

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Da língua quechua, tinku significa encontro. É um cerimonial pré-hispânico das comunidades altiplânicas incluindo os Jukumaris, Chullpas e Kakachacas da região de Potosí e Oruro, na Bolívia. Tem várias interpretações. Uma delas é um rito de passagem dos adolescentes à maioridade.

 

Outra é um oferecimento à "Pachamama", Mãe-Terra, de seu sangue a fim de obter uma boa colheita. Este encontro se dá na "Marka", praça principal da comunidade, com regras definidas no mês de maio na "Fiesta del Señor de la Cruz". Na dança representativa, nota-se uma atitude guerreira de seus componentes, inclusive das mulheres, que têm trajes multicoloridos típicos dos povos andinos. O ritmo marcado e os passos fortes, terminam sempre em uma encenação.

 


Tobas

 

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O Inca Tupac Yupanqui (1471-1493) reuniu os primeiros grupos de TOBAS da região Chaqueña e da Amazônia que eram tribos esparsas à época. Por seus trajes e sua coreografia, nota-se que esta dança não é andina e expressa outra parte da cultura boliviana.

 

Representa a atitude guerreira dos grupos étnicos localizados nas nascentes do rio Pilcomayo na Bolívia. A indumentária rica em cores e plumas associada aos movimentos enérgicos é um espetáculo para os olhos. Seus movimentos principais são o "bolívar", o "camba", o "chucu-chucu", o "cullahui'', e outros. Entre os personagens destacam-se o xamã, o cacique, os guerreiros e as guerreiras.

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Chacarera

 

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A Chacarera é uma dança e música populares originarias do Sul da Bolívia e noroeste da Argentina dançada já desde o século XIX. A música toca-se geralmente com violão, violino, sanfona e bumbo "legüero". Antes mesmo de existirem a Bolívia e Argentina como repúblicas que hoje conhecemos a Chacarera já era dançada nas fazendas do Chaco (região de mais de 800.000 Km.2) no início do século XVIII durante a conquista da coroa espanhola, na época colonial.

 

Erroneamente atribui-se a origem da Chacarera ao folclore Argentino, e isto deveu-se à maior difusão desta dança nas cortes espanholas localizadas no chamado Virreinato da Plata (Buenos Aires) do qual nasceu Argentina, em contraposição ao chamado Virreinato do Peru (do qual fazia parte a Bolívia) na qual também se praticava a Chacarera por parte dos trabalhadores rurais nas fazendas, porém sem maior estardalhaço e com matizes mais vigorosos e algo diferentes no sapateado, vestimenta e cadência musical.

 

 

A Chacarera pertence ao grupo de danças picarescas, de ritmo ágil e caráter muito alegre e festivo. No caso da Chacarera boliviana a vestimenta da mulher apresenta flores estampadas e são de cores cálidas, babados, avental e sapatos de salto baixo. Em nenhum caso existem fitas de cor no cabelo, e o penteado é uma trança. O homem usa "poncho" (na época de frio), botas, bombachas, rastras, camisa, lenço e chapéu. Na Bolívia a Chacarera é bastante difundida na província Gran Chaco no departamento de Tarija e mais atualmente tem se difundido bastante nas "entradas" (desfiles) folclóricas em La Paz, Oruro e Cochabamba.

 

 

 

 Llamerada

 

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Uma das mais antigas do folclore boliviano, sua origem é aymará e seu nome original era "Karwani". Vinculada diretamente com a lhama (llama) que fornece alimentação, transporte e abrigo, desde a época pré-agrícola há cerca de 40 séculos. Assemelha-se a um rodeio.

 

Os "llameros" cercavam as lhamas, guanacos, alpacas e vicunhas para tosá-las e confeccionar vestimentas. Os animais velhos ou feridos serviam como alimento e uma rês era oferecida aos deuses. Na maior parte das danças da Bolívia, a mulher participa há pouco mais de 3 décadas.

 

Exceção se faz à Llamerada, que sempre foi representada pela família completa. A vestimenta traz símbolos aymarás de poder como o "sombrero de cuatro puntas" com desenhos dos camelídeos andinos e as "abarcas", seus rústicos sapatos. Destaca-se a "korawa" ou funda, que durante a dança simula o lançamento de pedras. Característica de La Paz, Oruro e Potosí. Em tempo, através da domesticação e seleção genética dos outros camelídeos altiplânicos, surgiu a lhama, que é maior e com excelente lã.

 

Taquirari

 

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Dança característica do oriente da Bolívia, incluindo os departamentos de Santa Cruz, Beni e Pando. Sua origem é desconhecida, mas há relatos de sua presença no início do século XIX quando Cañoto (guerreiro cruceño) - lutava contra os espanhóis.

Acredita-se que seu nome deriva de "takiríkire", palavra moxeña que significa flecha. Relaciona-se com o aparecimento da cultura crioula no oriente. É um ritmo muito romântico, onde a roupa é leve, com as mulheres usando "tipoy", longos vestidos sem mangas e os homens com camisas brancas, "sombreros" e lenço preso ao pescoço.

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La Cueca

 

Cueca chuquisaqueña

 

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Cueca chapaca

 

 

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Cueca tarijeña

 

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Cueca cochabambina

 

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Cueca paceña

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A dança Cueca provém diretamente da Zamacueca (1824), originária do Peru, que no século XVIII derivou do Fandango Espanhol. Após a Guerra do Pacífico, ocupou os salões chilenos e argentinos como Cueca Chilena (1870), o que motivou um protesto peruano, que passou a chamá-la de Marinera (1879 – Abelardo Gamarra).

 

Atualmente é dançada em todo o oeste sul-americano, desde Colômbia, passando por Bolívia, Argentina, Peru e Chile, com suas variedades, segundo as regiões e épocas. Este ritmo é um baile de casais que dançam soltos, representando o "coqueteo" ou namoro. Levam em sua mão direita um lenço branco que é manuseado com voltas e floreios. A vestimenta é variável de acordo com a região, mas predomina a elegância, com belos trajes sociais.

 

Pujllay

 

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Dança de ritmo melancólico representa a força viril dos camponeses e mestiços da região de Chuquisaca, na Bolívia. Segundo a história, tem sua origem em março de 1816, quando os guerreiros indígenas travaram um combate e venceram os espanhóis realistas. Conserva, quase sem mudanças suas vestimentas desde os tempos originais.

 

A roupa possui abundante coloração, sendo bastante larga e se estende até as canelas. Nos pés dos dançarinos destacam-se os "gallos" ou esporas que estão fixados a um calçado rústico bastante alto, desafiando a destreza de quem os carrega.

 

Na cabeça levam a "montera" que se assemelha a um elmo espanhol. Alguns tocam a "sencka tanch’ana" uma flauta grande que dispõe os orifícios muito abaixo da embocadura, o que obriga ao executante uma posição desconfortável. Tudo inicia-se com a entrada dos dançarinos com seus passos vigorosos seguindo-se a uma missa em quéchua. A "chicha" (bebida a base de milho) e comidas apimentadas fazem parte do festejo que ocorre no segundo domingo de março.

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 Zampoñeros

 

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Bastante típica do Carnaval de Oruro, representa outra dança originária do altiplano da Bolívia. Seus dançarinos levam a "zampoña" instrumento composto de fileiras de tubos com vários tamanhos, assemelhando-se a uma flauta Pan. Seus trajes são simples compostos do poncho, calças brancas, e "chullo" ou gorro, característico dos Andes.

 



 Kullawada

 

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Dança representativa dos tecelões aymaras antigos que tinham grande importância econômica e social na época pré-hispânica da Bolívia. Seus componentes possuem um pequeno poncho ricamente adornado com placas circulares, pedraria e pérolas de fantasia.

 

O "pantalón" ou a calça dos homens possui filas de moedas de prata. Estes ainda levam as "guantes de lana" ou luvas de algodão e sandálias. As mulheres vestem a "pollera" ou vestido e a "lliclla" ou manta nos ombros, enfeitadas com pedraria, pérolas e moedas. Entre os personagens destaca-se o "whapuri" ou mestre que guia os outros tecelões e a "awila" que carrega uma boneca da pano.

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Doctorcitos

 

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Na época colonial espanhola, tinham muito destaque os advogados que se vestiam em trajes por demais luxuosos frente ao nativo empobrecido. Desta diferença, brotou como uma sátira a estes profissionais esta dança nas grandes cidades da Bolívia.

 

Seus componentes vestem-se com um paletó semelhante ao "smoking", com "sombreros de copas" negros, camisas brancas, gravatas e o tradicional bastão de apoio ou de agressão aos nativos da época. As mulheres têm vestidos negros e carregam uma pequena vara. Seus passos de dança assemelham-se ao caminhar de pessoas bastante idosas, com deambular desequilibrado e trêmulo, completando o quadro satírico a que se propõe.

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Tundiqui

 

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Tundiqui ou negritos. Característica dos vales subtropicais da Bolívia, principalmente da região yungueña próxima a La Paz. A vestimenta é bastante simples representando a pobreza dos escravos africanos da época, com calças brancas até as canelas, camisas claras, sem calçados e com uma peruca com cabelos semelhantes aos dos negros. Na maioria das vezes, os dançarinos tingem todo o seu corpo de negro. Seu sucesso deve-se à agilidade de seus passos, às batidas dos tambores e à picardia dos seus cantos.

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Inkas ou Incas

 

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Elemento artístico que mais se assemelha a um teatro do que a uma dança em si. Seus passos são lentos e cadenciados ao ritmo pulsátil dos tambores. Representa a conquista do império inca que se estendia do Equador, Peru, Bolíviia e Argentina pelos invasores europeus. Nesta dança encontra-se o conquistador espanhol com sua armadura, os soberanos incas e toda sua comitiva.

 

Destaca-se o espanhol Francisco Pizarro e os imperadores incas Atahuallpa e Manco Cápac e suas "ñustas" ou virgens. Notam-se coroas ricamente adornadas com plumas multicoloridas, máscaras de guerra e trajes dourados representativos da imensa riqueza inca da época.

 

 

Suri Sicuris

 

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Nascida em Oruro, esta dança é embalada ao som dos "huayños" ou dos "caluyos", ritmos nativos da Bolívia. Seus componentes dançam com uma imensa coroa de plumas de aves, mantendo passos alegres e ágeis, apesar do peso que carregam.

 

Waka-Thokori


 

 

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Nova sátira aos conquistadores espanhóis. Aqui destaca-se o ritmo alegre com seus componentes representando o costume espanhol mais tradicional – as touradas. Nesta dança nota-se "q’aisilla"ou toureiro, os touros ou "wakas" confeccionados do couro do animal e carregadas pelo dançarino e a autoridade ou "malku". Toda a teatralização se resume em movimentos assemelhados às touradas.

 

 

 


 

 


 

 


Fonte:

Bolívia Cultural


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1 - 4 de 4 comentarios
mario
Postado em 19/05/2013
chupaa santos corinthans é... Veja mais
mario
Postado em 19/05/2013
chupaa santos corinthans é... Veja mais
Liliana
Postado em 19/02/2012
Muy linda la cultura bolivia; rica y bien representativa. realmente me sorprendí con la variedad de estilos. Soy argentina y me encanta su... Veja mais
LUIS
Postado em 14/01/2012
QUE VIVA BOLIVIA Y... Veja mais

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