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Mochileiros: Filha de boliviano se surpreende com neve no Salar de Uyuni - Bolívia Cultural

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Mochileiros: Filha de boliviano se surpreende com neve no Salar de Uyuni

Mochileiros: Filha de boliviano se surpreende com neve no Salar de Uyuni

por: Thiago Baltazar

 

Motivo da viagem

Sou filha de um boliviano com uma brasileira e viajei para conhecer a Bolívia, minha cultura que faz parte de mim.  Acabei passando o Natal com minha família. Fui à Bolívia pela primeira vez aos 18 anos e essa é a terceira vez. Fiquei no país cerca de 20 dias. Fui com com minha irmã e uma amiga. Eu montei um roteiro de viagem, apresentei para elas e elas toparam.

 

O que levar na mochila

A mochila foi a parte mais difícil da viagem. Minha sugestão é levar roupas velhas de frio e de calor, assim como tênis usado e chinelo para andar pela cidade. Não pode esquecer de levar o protetor solar, porque La Paz é muito alta, seca e também muito fria, o que causa danos à pele. Nós voltamos com a pele rachada. Leve remédio também porque não se sabe os medicamentos que existem lá, caso você precise.

 

 

Hospedagem

Em La Paz, fiquei numa pousada chamada La Abuela que fica próximo ao mercado de lãs, Lasbrujas. É um lugar bom, limpo e barato.

 

 

Pontos turísticos

Fizemos um passeio de três dias pelo Salar de Uyuni. Como dezembro é época de chuva, pegamos o espelho d’água e no último dia em que nos hospedamos no Salar, começou a nevar. No dia seguinte, as montanhas e o gêiser estavam cobertos de neve. Foi uma surpresa agradável, porque esperávamos ver neve apenas em Chacaltaya.

 

 

Câmbio

Para quem ganha em real tudo acaba sendo muito barato na Bolívia, por isso eu digo para nunca optar a opção mais barata, escolha o melhor.

 

Gastronomia

A famosa saltenha daqui pode até ser um pouco parecida, mas a da Bolívia é mais recheada e tem a massa diferente.  O mesmo acontece com as outras comidas, como o mocochinchi. Lá é totalmente diferente, tem mais o sabor da fruta. No Brasil a gente acha que conhece, mas na Bolívia é bem diferente.

 

Clima

Há uma mudança de temperatura muito brusca. Quando estávamos em Santa Cruz, fazia 40 graus e não batia vento, mas quando fomos para La Paz fazia apenas 4 graus.

 

 

População

As pessoas na Bolívia são acolhedoras. O boliviano aqui no Brasil é mais desconfiado. Quem é de fora da cultura não tem muito acesso e eles, são difíceis de se abrir, talvez devido à tudo que passam. Já na Bolívia eles são pessoas fáceis de conversar.  Faz-se amizade muito fácil lá. 

Vi gente muito rica vivendo em grandes casas, coisa que até aqui no Brasil é difícil de ver. Também vi pessoas muito pobres vivendo em condições desumanas. Mas é como em qualquer lugar. Tem de tudo, tanto a parte boa quanto a ruim.

 

Transporte

O transporte é bom, mas recomendo pegar uma boa agência, porque nos três dias em que fiquei no Salar,  vi muitos jipes quebrados, sem alimentação com as pessoas passando frio. Nunca vá pelo mais barato.

Meu pai é taxista em Santa Cruz e eu percebi uma coisa muito engraçada. Às vezes um taxi que está com um passageiro, para e pega outra pessoa, como se fosse um ônibus até o carro encher. No banco da frente, os taxistas colocam dois passageiros, onde há espaço para apenas uma pessoa.

Lá também não tem ponto de ônibus, então é preciso pedir ao motorista para parar o veículo caso queira desembarcar.

 

Precauções

Em La Paz nosso nariz ficou sangrando. Tomamos uma pílula (Sorojchi Pills) que se compra na cidade mesmo para altitude. Vivemos uma semana à base de chá de coca e mascando folha de coca. Foi o que nos salvou.

 

Mochileira:


Nome: Marcela Vega
Destino: Santa Cruz de La Sierra, La Paz e Potosi
Data: 24 de dezembro de 2011